quarta-feira, 20 de março de 2013

Preparados para as Bodas do Cordeiro


Preparados para as bodas – Mateus 22:1-14

Vamos extrair lições práticas desse texto para nossa vida. Essas lições são:

I.                   Não podemos nos distrair com as ansiedades da Vida (v 5,6)

A bíblia mostra que esses convidados valorizaram mais suas próprias vidas do que o convite do Rei. Não podemos ser assim, a nossa vida está oculta em Cristo. As ansiedades que temos devem ser postas no Senhor através da oração. Cuidado com a libertinagem: “Ah isso pode”, “não é pecado”, “Que mal tem?” Nós podemos tudo, mas nem tudo nos convém! (1 Co 10:23). Nosso coração não pode se ocupar com ansiedade, bebedeira, libertinagem, glutonaria e outras coisas (Lc 21:34-36)

II.                Devemos comportar-nos dignamente (v 8)

Uns se envergonham do Evangelho, uns são a vergonha do Evangelho. É inevitável que venham os escândalos, mas ai daquele por quem eles vêm. (Lc 17:1). Qual o testemunho que temos dado com nossas palavras? Com nossas atitudes? Com nossa vida? Pessoas são atraídas ou repelidas de nós?
III.             Devemos estar preparados para o dia do Filho do Homem (v 12)
O dia do Senhor virá repentinamente, virá como um ladrão a noite, em uma época que nem mesmo a Igreja espera, numa época semelhante a época de Noé, onde as pessoas casavam e noivavam, compravam e vendiam. (Lc 17:26-34)  Estamos preparados? Como vai nossa vida devocional?
Naquela época o anfitrião do casamento providenciava até mesmo a roupa do casamento; não usá-la era desprezar o convite. O convidado não tinha o porquê de estar sem roupa. O anfitrião preparou tudo pra ele. Qual sua desculpa para não orar? O nosso Deus preparou tudo para nós na Cruz.
IV.            Somos chamados ou Escolhidos? (v 14)
Chamados todos são, está escrito que Deus deseja salvar todos (1 Tm 2:4); mas somos eleitos, escolhidos selecionados? Somos aprovados ou reprovados? Nem todo chamado é escolhido, mas todo escolhido aceitou o chamado. É semelhante a uma entrevista de emprego: quem se prepara sobressai, quem se qualifica se dá bem, quem se empenha vence. Temos nos preparado? Temos nos qualificado?   Temos nos empenhado? Ou temos uma mente “mundana” de que “isso já é fanatismo e obsessão”?
O ser chamado é questão com Deus, é para todos (Is 55:1), mas o ser escolhido é questão nossa. O que nos diferenciará dos demais? O que chamará a atenção de Deus para nós? Até onde estamos dispostos a ir com Deus? Até onde Deus pode ir conosco?